.:| Patrícia Cíntya*|:.

Um tempo,uma vida. Pensamentos diversificados,em um mix que compõe as letras do meu dia.Bem-vindo as minhas contradições e meus questionamentos.

.:|Video da semana ;* |:.


"Caminhos extremos estão de volta
Lugares extremos que eu não conhecia
Eu quebrei tudo de novo novamente
Tudo que eu possuía
Eu joguei fora pela janela, veio junto
Caminhos extremos que eu sei que movem à parte
As cores do meu oceano"

- Moby, extreme ways


  Sem tempo para me ouvir, transformei palavras em imagens. Sons em registros e filosofias em catálogos. Afinal, é mais cômodo sobreviver assim no mundo aqui fora do que enfrentar o velho conhecido mas incompreendido serzinho interior.

 Acontece que essas imagens estão apenas comigo. Como sequências a serem reveladas. De alguma maneira elas buscam as emoções. Buscam gritar tudo aquilo que a mente não para de opinar.


   Linhas, cores, luzes e sombras. Poderia eu resumir tudo a isto? Digo.. tudo mesmo!
  Aí está você!  Minha ~vã~filosofia. Aquela coisinha que fica martelando entre um pensamento e outro. Aquelas pequenas conversas entre as tarefas cotidianas.
  Sadicamente, a vida é engraçada. É boa, mas é traiçoeira. Te põe no caminho para um dia parar.      Acho que o desafio da vida está no seu próprio nome. Vida... ou você a tem ou não é vida. Em parceria com ela vem a saúde. Todos os dias ouvimos alguém desejando: "Muitas felicidades, saúde e paz..." ,  "tendo saúde, o resto a gente corre atrás".  Mas.. e quando a saúde decidiu que com você não vai ficar? Qual caminho extremo pode se tomar? O das pedras? Das agulhas? Do quase morrer para quase viver? Do medo? Da insegurança? 

 Baboseiras. Todos gritos silenciosos e humanos. Questionamentos sem retorno que sucumbem ao resto do dia ao se deparar com o tempo e a rotina fora da mente. 

 Há muito o que ser feito. Há mais pessoas para serem salvas. Existem mais mãos precisando de apertos, outras vidas precisando da sua gota da vida.





*Ouvindo: Extreme Ways- Moby
-Why Does My Heart Feel so Bad- Moby


Vida dormida
Estalo de cílios
O dia na vida
E ela nos trilhos.

Mais do medo,

Menos do ardor.
Se, de tudo participo


Serve apenas para mascarar dor.

Aos pés cansados.
Às lutas vazias

Que de brilho, apenas têm o passado

E algumas velhas manias.

Para sempre do governo,

Para nunca da liberdade
Tudo é o mesmo, vida que segue
 Apesar da vaidade.


Ouvindo: "Lord- Everbody wants to rule the world."